quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O "realismo histérico" de Jonathan Franzen


De Jonathan Franzen li "CORRECÇÕES", em português - edição D. Quixote - e "FREEDOM" em inglês, enquanto não chega às livrarias a edição portuguesa. Estou a escrever sobre o autor que muito tem dado que falar. Na linha desse meu trabalho, tenho mergulhado na leitura das críticas e deparei-me com uma classificação - provavelmente já por demais conhecida dos meus companheiros e companheiras das recensões e dos blogues - que me parece interessante. Não sei se foi a poderosa Michiko Kakutani do New York Times ou qualquer outro "guru" das tendências literárias que cunharam as obras de autores como Don DeLillo, Denis Johnson e o suicidário David Foster Wallace como parte do novo "Realismo Histérico", um termo amplamente discutido nos vários orgãos competentes.
Fico a pensar no que dirá Harold Bloom desta "nouvelle vague".

1 comentário:

José Pedro Veiga disse...

Não foi a Kakutani que cunhou a expressão "realismo histérico"; foi o James Wood, numa recensão a Zadie Smith na "New Republic" ("Human, all too inhuman": http://www.powells.com/review/2001_08_30.html)